SALAS DE AULA INTELIGENTES JÁ!

Ouve-se muito falar na “Sala de Aula do Futuro” ou “Sala de Aula Inteligente”, e o Brasil ainda oferece para seus alunos salas de aulas totalmente incompatíveis com o momento que vivemos. Estamos na era da informação, da interação e da construção do conhecimento cooperado. E nossas escolas ainda não oferecem lousas interativas para seus alunos.

Na semana passada, eu estive no Colégio que estudei há 25 anos e a sala de aula continua exatamente como era quando eu estava lá: com o velho quadro-negro e nada mais.

No 9° Congresso da Escola Particular Gaúcha, o doutorando em Engenharia do Conhecimento e Mestre em Educação Científica e Tecnológica – Cassiano Zeferino Carvalho Neto – ressaltou que, para a escola estar em sintonia com os seus alunos, é preciso absorver as mídias que fazem parte do dia-a-dia do estudante.

Sala de Aula Inteligente é um conceito de interação, em que o quadro-negro dá espaço para a lousa interativa fazer a gestão da informação digital; o laboratório de informática está na sala de aula; a informação está presente com mais detalhes e conectada à internet.

Neto explicou que é importante para o aluno hoje ser capaz de construir um futuro, aprender a aprender, ser capaz de construir conhecimento, criar autonomia e autoria. Com este processo o aluno começa a se expandir.

Como seremos competitivos se nossas salas de aula ainda usam giz-de-cera?

Adriane Lengler

fonte: http://www.blogdocomputador.com.br/salas-de-aula-inteligente-ja/

em 14 de março de 2012

Orientações Individuais

Ontem, na E. M. Maria Graciette, fiz orientação individual com as professoras Lyzandra/2º ano, Jaquelina e Fátima/1º anos. Foi bem gostoso, pois vimos o que seria melhor para os alunos e também para poder identificar quais habilidades eles já possuem, diante das tecnologias.

Reuniões de HTPC

Nestas semanas estive em algumas escolas, participando das reuniões. Nestas foram faladas sobre a importância da utilização das salas de informática para os alunos, foram dadas sugestões e também mostrado o portal do Expoente, que tem conteúdos didáticos para os professores e alunos.
Obrigada pela acolhida em todas as escolas.
Escolas que já participei:
E. M. Filomena
E. M. Leonor II - PRofessores de 6º e 6ª séries.
E. M. Maria Graciete - Educação Infantil
E. M. Maria da Penha





MONITORES DAS ESCOLAS


Novos monitores da Informática Educacional, sejam bem-vindos.
Luciana - E. M. Leonor II
Thaygo - E. M. Lídia Martha

O uso de recursos da informática nas aulas de Língua Portuguesa

Ferramentas digitais ajudam na edição e revisão de textos

O texto - aquela composição escrita ou falada, que nasceu juntamente com a invenção da linguagem - segue sendo o mesmo. Nossa relação com ele, não. Em suas pesquisas, o historiador da leitura Roger Chartier afirma que o suporte material (papel, áudio, vídeo ou formato digital) exerce influência na relação que estabelecemos com o texto. Nesse sentido, blogs, fotologs e podcasts são novos gêneros, com características próprias. É possível, por exemplo, relacionar links para que o leitor tenha a liberdade de seguir diferentes caminhos - é o chamado hipertexto. Cada vez mais, a turma vai precisar conhecer esses aspectos. A boa notícia é que trabalhos recentes como o do professor Jorge Luiz Marques de Moraes, um dos ganhadores do Prêmio Victor Civita - Educador Nota 10 em 2008 (leia a reportagem na página 64), mostram que dá, sim, para conjugar o aprendizado de novos gêneros (no caso dele, o podcast) com conteúdos tradicionais (a comunicação oral).

Além de gerar novas demandas, as ferramentas digitais modificam procedimentos consagrados na disciplina. O exemplo mais significativo diz respeito à edição e revisão de textos. Em processadores como o Word, a verificação ortográfica é muito facilitada. "O professor pode deixar o corretor ortográfico ligado para que os estudantes tentem resolver, com autonomia, alguns dos erros - o que não o isenta de seguir ensinando ortografia", aponta Cláudio Bazzoni, assessor da prefeitura de São Paulo e selecionador do Prêmio. Em termos de organização textual, a vantagem é poder mudar de lugar, ampliar, cortar e eliminar frases e parágrafos, experimentando novas soluções para a composição sem precisar escrever tudo de novo a cada nova versão.

A informática também pode ajudar no trabalho com gêneros textuais. Na Escola da Vila, na capital paulista, a professora Andressa Mille Fernandes propôs à turma do 4º ano a construção de um informativo sobre o ciclo da água, um conteúdo que já havia sido tratado nas aulas de Ciências. Depois de planejar o texto, decidir o destinatário, selecionar as informações e escrever, as crianças foram para o computador fazer títulos e quadros e escolher fontes e cores. Assim, tanto a forma como o conteúdo da produção se aproximaram ainda mais dos exemplos de jornais, aprofundando a caracterização do gênero estudado.

Língua Portuguesa

Tecnologias
- Ferramentas de publicação
- Processadores de texto
- Sites de áudio e vídeo

Conteúdos
- Comunicação oral
- Produção de textos
- Análise e reflexão sobre a língua

Oportunidades de ensino
- Criar blogs
- Produzir podcasts
- Realizar e publicar vídeos
- Revisar e editar textos no computador

fonte: (retirado em 09/02/2012)
http://revistaescola.abril.com.br/lingua-portuguesa/pratica-pedagogica/uso-recursos-informatica-aulas-lingua-portuguesa-475997.shtml

ESTOU DE VOLTA!!

Após algum tempo sem alimentar meu blog, por pura falta de tempo, vou começar, ou melhor, continuar atualizando meu blog sempre.
Irei colocar aqui tudo que achar interessante, importante e o que eu fizer no meu trabalho.
Este ano estarei trabalhando num novo projeto da Prefeitura de Itanháem, Secretaria de Educação. As lousas digitais. Fizemos um projeto muito bom, que vai dar início agora em março, espero que acompanhem o trabalho.

Uso pedagógico do giz!!!!

Em minha pesquisas na Internet, agora para buscar tudo sobre a utilização da Lousa Digital, que é o novo projeto da Secretaria de Educação/Informática Educacional, encontrei um blog muito bom.

Leia um trecho da postagem, mas seria muito, mas muito interessante ler a reportagem completa. Entre no link abaixo, para ler: http://professordigital.wordpress.com/2009/09/28/uso-pedagogico-do-giz-do-giz/

[...]

Todo professor sabe, ou deveria saber, o conteúdo da disciplina que leciona. Mas o professor não é apenas uma “coletânea de informações” sobre sua especialidade, ele é muito mais que isso, ele é um “organizador e um gerenciador de informações”. Ele não detém apenas a informação, ele detém também as relações entre as informações, os conceitos, competências e habilidades que deseja ver desenvolvidos nos seus alunos. É para isso que serve, essencialmente, o giz, a lousa e o caderno do aluno: para que o professor possa organizar informações de forma didática e com uma seqüencialidade, uma estética e uma logística relacional que permitam ao aluno compreender as relações entre as muitas informações que ele pode acessar por uma infinidade de outros meios.

Embora a frase acima pareça um pouco “sofisticada”, o que ela quer dizer é que o giz serve para fazer esquemas didáticos, anotações, organogramas, tabelas, mapas conceituais, infográficos, fluxogramas, ilustrações, etc., que tornem mais claras as relações entre as muitas informações que os materiais didáticos e o professor trazem para os alunos. A lousa é o espaço natural de “esquematização e representação” do professor e o giz é o meio de “impressão simbólica” de conceitos e relações, nada além disso.


Uma aula de português na EE Paulina Rosa
Se o professor dispõe de um notebook e um datashow, ou uma lousa digital, e preparou uma aula usando uma ferramenta como o CmapTools para criar um mapa conceitual explicando as relações entre folhas, caule e raízes de uma planta, resumiu informações em uma apresntação de slides, fez uma busca no YouTube e encontrou lá um pequeno vídeo ou animação mostrando os caminhos de circulação entre os nutrientes da planta, então ele poderá simplesmente projetar seu mapa conceitual, explicá-lo, ajudar os alunos a compreender essas relações e depois ilustrar isso dinamicamente projetando seus slides e o vídeo. Talvez até lhe sobre tempo para levar uma pequena planta para a sala de aula e então mostrar, ao vivo e a cores, essas diferentes estruturas em um microscópio ou com uma lupa.

Mas se ele não tem nada disso à sua disposição, então terá que ser capaz de desenhar na lousa um esboço de planta, indicar essas relações, usar setas e gizes de diferentes cores para diferenciar seiva bruta de seiva elaborada, “desenhar os seus slides”, etc. Ele também precisará de um mapa conceitual e de ilustrações, só que terá que desenhá-los ele mesmo na lousa. Depois poderá usar sua teatralidade e a imaginação dos alunos para lhes fazer entender como isso se processa dentro de uma planta de verdade. É óbvio que isso é possível e foi assim mesmo que muitos de nós aprendemos sobre esse assunto quando estávamos na escola.

A única diferença é que substituindo o giz e a lousa por um notebook e um datashow, ou uma lousa digital, as coisas ficam mais fáceis, mais rápidas, mais belas, mais claras, mais simples de serem construídas e entendidas e permitem ao professor um tempo maior para ele fazer aquilo que lhe caracteriza como profissional da educação: ajudar o aluno a compreender melhor e despertar-lhe ainda mais o interesse pela aprendizagem, e não meramente atuar como um “copiador de textos na lousa”; o professor é alguém cujo conhecimento vai além do texto didático e dos materiais de apoio, é alguém que pode levar o aluno um passo adiante de onde o aluno pode chegar sozinho.

Novo Projeto com lousa digital

Ontem apresentamos o projeto que será desenvolvido, no ano que vem, para os diretores, assessores, supervisores e diretora de ensino da rede municipal de Itanhaém. A secretária de educação explicou para a nossa equipe de Informática Educacional o que ela queria e nós desenvolvemos o projeto. Estamos super empolgadas para colocá-lo em prática.



Nossa equipe ficou muito feliz em ver a participação e o interesse dos diretores em ter este projeto na escola.



Hoje conversei com vários professores, que ficaram bem entusiasmados, que bom!!!



O projeto:

Novas Aulas, Novas Tecnologias, Novos Professores - Educação em tempo de Cultura Digital.

O Projeto visa melhorar a produção do conhecimento, levando para o aluno a nova era. A tecnologia em sala de aula diminui a distância entre o aluno e o professor, tornando-os protagonistas no aprender e educar.Cabe à escola o papel de trazer para o aluno toda abrangência e inovação nas práticas pedagógicas. Propiciando para a sala de aula, através da lousa digital, mudanças no contexto escolar, afinal estamos trabalhando com uma geração de alunos que mudou e que já vem se desenvolvendo dentro de uma cultura digital.


O objetivo maior consiste na melhoria da qualidade de ensino ofertada pela rede pública municipal, tendo como escopo:
* Inserir a escola no campo dos avanços tecnológicos, garantindo a comunidade educativa atualização, modernização, agilidade nos trabalhos; o que torna a interação da informação natural e contínua;
* Cooperar tecnicamente no apoio as atividades de ensino e pesquisa;
* Enriquecer o “fazer pedagógico” e o atendimento imediato das reais necessidades de alunos e professores, no processo de ensino aprendizagem.

As lousas digitais serão implantadas nas escolas municipais após a seleção de professores que queiram utilizar deste material, depois de efetivada a inscrição. Serão requisitos básicos para inscrição:
* Ser professor efetivo da rede municipal de Itanhaém.
* Estar em efetivo exercício do 1º ao 5º ano do ensino fundamental.
* Não estar previsto ausência por motivo de licença prêmio ou maternidade.
* Comprometer-se a participar do treinamento necessário para utilização
deste material.
O professor qualificado assinará um termo de compromisso, não podendo nestes casos, haver desistência de utilização da lousa digital.




A Equipe de Informática Educacional fará o acompanhamento Pedagógico e monitoramento constante dos índices alcançados, conforme o desenvolvimento das atividades.

Este projeto piloto terá duração de um ano letivo (2012).



O desafio do programa é promover o acesso as Tecnologias de Informação e Comunicação (Lousas Digitais e Salas de Informática) na educação, visando desenvolver as possibilidades de uso de ambientes informatizados na produção do conhecimento, com base num processo
de trabalho cooperativo centrado nos alunos.



Os professores serão envolvidos em palestras de conscientização, cursos de capacitação, oficinas, orientações pedagógicas para favorecer o uso educacional das lousas digitais, com a conscientização de que as tecnologias somente serão inovadoras de fato se os professores e alunos souberem aproveitar seu potencial e nelas se inspirarem para transformar os modos de ensinar e aprender.




O projeto se divide em 4 etapas:
* Inscrição para utilização;
* Formação dos docentes e elaboração de planejamento;
* Acompanhamento e orientação pedagógica;
*Avaliação constante do processo e aprendizado.

Mensalmente serão feitas observações sobre o andamento das salas envolvidas e acompanhamento da evolução dos alunos no processo.

PRÊMIO - EDUCADORES INOVADORES - BRASIL 2011 - MICROSOFT

Como fico feliz quando vejo professores utilizando as TICs de uma maneira tão interessante. Assim, acredito cada vez mais, que podemos e devemos levar nossos alunos para a sala de informática e trabalhar o conteúdo de maneira mais prazerosa instigante para os alunos. Tenho certeza que os professores, num futuro bem próximo, não terão mais "medo" desta ferramenta de trabalho, pois infelizmente, ainda vejo muitos professores relutantes em usar as tecnologias.

Entre no site e confira os trabalhos vencedores.

Quem sabe não teremos ainda inscrições de professores de nossa cidade!!!!

http://www.educadoresinovadores.com.br/

Aulas nas escolas

Tenho visto muitas aulas na sala de informática e todas elas muito boas. Parabéns professores!


Na E. M. Harry Forssell, assisti a aula do professor Diego, de Educação Física. Ele estava trabalhando com o xadrez. Os alunos estavam no Chess Titans, Windows. Todos muito concentrados em conhecer o jogo. Alunos da 8ª série.








Na E. M. Lídia Martha,
assisti a aula da professora Rosimeire. Os alunos do 3º D estavam terminando a digitação de um texto. Como disse a professora " Eles melhoraram na escrita". Ficaram chateado quando a professora falou que a aula havia acabado.
Também nesta escola a professora Marlene, 4º D, está trabalhando com Histórias em Quadrinhos. Os alunos estavam pesquisando e salvando no computador cenários e personagens para montar suas histórias. Eles já fizeram o rascunho, agora vão construir no computador, utilizando o HagaQuê.

Nas duas escolas a presença do monitor de informática foi muito importante, pois estavam ensinando e ajudando a tirar as dúvidas dos alunos, juntamente com os professores.